Terminando 2017 de Volta ao Japão!

Japão, o 5º Melhor País do Mundo em 2017 - Brasil em 28º

Políticas inclusivas e pessoas que se esforçam: essa é a fórmula para um país de sucesso.

Políticas inclusivas e pessoas que se esforçam: essa é a fórmula para um país de sucesso. 

Talvez por isso que o Japão tenha subido duas posições em um complexo ranking que classifica os melhores países do mundo.

Contudo, o “Overall Best Countries Ranking” usa índices específicos e subjetivos para avaliar o sucesso das nações mundo afora. Em sua segunda edição, o estudo é desenvolvido por vários órgãos, incluindo a revista americana U.S. News & World Report, a consultoria Y&R’s BAV e a faculdade de economia da Pensilvânia.

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Os estudiosos, entrevistados pela mídia americana, explicaram que “por trás da riqueza e do êxito de um país, estão políticas que criam oportunidades, pessoas que se esforçam e uma história que molda o ambiente e as perspectivas”.

O relatório é baseado na percepção global, ou seja, contém estereotipos relacionados a uma série de características qualitativas (impressões) que envolvem comércio, turismo e investimentos estrangeiros, afetando diretamente as economias nacionais e as pessoas que ali vivem.

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Para esta edição, foram entrevistados 21 mil pessoas em 80 países – 20 nações a mais do que o estudo no ano passado – usando como base 65 atributos que foram agrupados em 9 índices:

• Motivação: ser um lugar diferente, dinâmico, único.
• Aventura: avalia se o país é amigável, seu clima e suas belezas cênicas.
• Cidadania: se o país está preocupado com os direitos humanos, o meio ambiente, a igualdade de gênero, se respeita a liberdade religiosa, os direitos de propriedade, e se o poder político é bem distribuído.
• Patrimônio: culturalmente falando, se o local possui uma história vasta e rica, sua comida típica e suas atrações culturais (leia-se turísticas).
• Influência Cultural: culturalmente significativo em termos de entretenimento, moda e prestígio.
• Empreendedorismo: nível de educação da população, seu empreendedorismo, inovação, fácil acesso ao capital, força de trabalho qualificada, conhecimento tecnológico, infraestrutura e enquadramento jurídico bem desenvolvidos.
• Facilidade para Negócios: pouca burocracia, custos de fabricação, ambiente fiscal, práticas governamentais.
• Poder: perfil de líder, sua influência econômica e política no cenário global, alianças internacionais, poderio militar.
• Qualidade de Vida: um bom mercado de trabalho, preços acessíveis, economicamente estável, familiar, igualdade de renda, sistema estável e bem desenvolvido, educação pública e sistema de saúde pública bem desenvolvidos.

A suíça, primeira colocada, foi bem avaliada em praticamente todos os nove índices. O Japão ganhou duas colocações este ano, pulando de 7º para 5º lugar, com destaque nos índices de Empreendedorismo (2º lugar), Motivação (5º lugar), Influência Cultural (6º lugar) e Poder (7º lugar).

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Por outro lado, conforme o ano passado, Japão foi péssimo no índice Aventura, caindo de 36º lugar no ano passado para a 39ª posição este ano, uma posição, no mínimo, curiosa diante da beleza natural diversificada, clima bem definido nas estações do ano e uma população receptiva e extremamente educada.

Já o Brasil ficou em 28º no ranking geral, o que representa 8 posições abaixo de 2016, quando esteve na 20ª colocação.

E aí, ficou com vontade de conhecer o Japão? Assista esse vídeo onde mostramos um pouquinho do país:


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