Terminando 2017 de Volta ao Japão!

Fim das Mensalidades nas Creches e Escolas do Japão?!

A Educação Pública Gratuita nas Escolas e Creches do Japão foi promessa de campanha do governo atual

A Educação Pública Gratuita nas Escolas e Creches do Japão foi promessa de campanha do governo atual

O Partido Liberal Democrático do Japão (jimintou) está sendo criticado na rede social mais utilizada pelos japoneses, o Twitter, por ser incapaz de cumprir promessas de campanha - em especial, a de tornar gratuita a educação e cuidados de crianças entre 3 a 5 anos prometidas nas eleições gerais no Japão em 2017. 
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Além de não saberem exatamente de onde tirar dinheiro para financiar a empreitada (os recursos viriam supostamente do aumento do imposto sobre o consumo para 10%), a medida virou alvo de críticas após os políticos terem anunciado fechar parte das instalações de cuidados infantis não aprovadas pela constituição.

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Os grupos civis da província de Tóquio que criticam a falta de solução do governo em relação às “crianças em espera” por vagas em creches iniciaram um movimento com assinaturas contra a exclusão de certas instalações e espalharam uma hashtag pela rede. Até celebridades locais demonstraram apoio à hashtag.

A medida foi prometida publicamente pelo governo durante as eleições de outubro, pois segundo o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, há cerca de 170 mil crianças utilizando instalações não aprovadas (incluindo estrangeiros, que matriculam os filhos em escolas e creches em condições precárias, não aprovadas pelo governo japonês).

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Há um pouco de tudo nessa discussão: crianças que não foram aceitas pelas instituições aprovadas, famílias pagando mais caro em creches não aprovadas, crianças que não recebem o suporte devido...

Na semana passada, o comitê responsável definiu as “Estratégias para 100 anos de Vida”, (tradução 人生100年時代戦略本部 – Jinsei Hyaku-nen Jidai Senryaku Honbu) às pressas, e muitos dos items parecem estar “vagos demais” e continuam sendo criticados. A proposta diz, por exemplo, que a assistência à educação terá “valores livres”, decididos pela instalação, ou “valores públicos”, decididos pelo país ou pelas organizações municipais - abrindo, sem dúvida, mais uma porta para a corrupção e desvio de verbas.

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Além disso, o subsídio será oferecido entre todas as instituições, não importando se são ou não aprovadas. Entretanto, como o documento não explicou os limites da medida, o que resta é continuar esperando que algo, finalmente, seja decidido pelo governo.

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