Japão Divulgará Dados de Professores Obscenos

224 professores receberam ações disciplinares devido a atos obscenos em 2015

224 professores receberam ações disciplinares devido a atos obscenos em 2015

Segundo a agência de notícias Kyodo, o Ministério da Educação atualizará no ano fiscal de 2018 o banco de dados que gerencia as licenças dos professores japoneses, para que registros disciplinares também sejam compartilhados em todo o país, informou.

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O objetivo da medida (que custará 480 milhões de ienes) é evitar que professores dispensados ​​ou suspensos trabalhem em diferentes escolas, escondendo assim registros passados. De acordo com a lei, uma licença de professor é invalidada se o titular sofrer medidas disciplinares, tiver problemas físicos ou mentais ou for condenado por crimes pesados.

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Esses registros, atualmente, são difíceis de pesquisar, e alguns professores conseguem voltar ao trabalho mesmo depois de ocultar o fato de que suas licenças estão revogadas. Em agosto, um professor da província de Aichi foi demitido após ser preso por cometer atos obscenos contra uma garota em uma escola primária onde lecionou, por exemplo.

Ele já tinha sido preso e suspenso do trabalho por envolvimento em pornografia infantil em Saitama, mas um conselho de educação em Aichi o contratou sem ter verificado com precisão seu histórico. Ele mudou o próprio nome no registro familiar e na licença de professor para burlar o sistema.

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O ruim é que esse novo banco de dados só deverá estar pronto em alguns anos. Se um funcionário de uma escola insere o nome de um candidato, o sistema atualizado poderá exibir a data de nascimento, o tipo de licença, a data de validade e a validade de quaisquer de seus certificados.

No ano fiscal de 2015, encerrado em março de 2016, o número de professores que receberam ações disciplinares nas escolas públicas devido a atos obscenos foi de 224, o maior já registrado, dos quais 40% envolvem crianças no local de trabalho como vítimas..

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