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Pokémon Go: U$ 600 Milhões e um Recorde

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Pokémon Go é um sucesso inegável de downloads, tempo de jogo e, principalmente, uma máquina de fazer dinheiro.

E recentemente os criadores do game de caça a monstrinhos em realidade aumentada alcançou a marca histórica de US$ 600 milhões em receitas. E o melhor, em tempo recorde na história de jogos mobile.

Mesmo com muita gente deixando de jogar, um estudo (um tanto impreciso, na verdade) do App Annie apontou os números milionários de Pokémon GO. Entre julho e setembro, o game levantou toda essa receita, três meses mais rápido do que Candy Crush (que levou quase 200 dias para chegar à mesma quantia).

Embora eu ainda me pergunte que tipo de pessoa gaste dinheiro em jogos "freemium", parece que sou minoria.


Arrecadar U$600 milhões de Obamas em quase 90 dias é quase tão surpreendente quanto saber que ele não foi o único. Puzzles and Dragons, outro game de celular demorou 400 dias para chegar ao mesmo valor, enquanto Clash of Clans (talvez o mais famoso do gênero) chegou à mesma marca após 500 dias.

Realmente, eu devo ser minoria. Pesquisas indicam que um terço dos brasileiros que baixaram Pokémon Go chegaram a fazer algum tipo de investimento financeiro no app.

Recentemente, o frissom que rendeu fortunas à Niantic, Pokémon Company e Nintendo pode até ter diminuído, mas GTA V nos ensinou muito sobre DLCs, conteúdos especiais e extensões que garantem sobrevida a um jogo. E parece que a Niantic aprendeu direitinho a lição, pois agora, o jogo está em uma fase de estabilização do número de usuários e tempo de dedicação, com novas atualizações sendo disponibilizadas a conta-gotas.

Tempo de jogo

Falando em tempo de dedicação dos jogadores, recentemente escrevemos um artigo explicando como as redes sociais perderam terreno - e usuários - para Pikachu & Cia. Clique aqui para ler. Pensando nisso, o App Annie também observou que 45% do tempo gasto em aparelhos Android nesses três meses citados eram dedicados a Pokemón Go.

No entanto, o estudo também observou que uma grande parcela dos caçadores de monstrinhos não eram usuários de outros games até o lançamento das criaturas em realidade aumentada - o que só prova que, no final das contas, a disputa pelo seu tempo livre é um negócio milionário.


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Texto: Renato Brandão
Edição: Pocket Hobby
Fonte: Venture Beat