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X-Men: Apocalypse (Não deu pra mim)

Nessa quinta-feira, dia 19 de março, o filme X-men: Apocalipse estreou nos cinemas brasileiros e sim, o Pocket Hobby assistiu e eu (o marvete de plantão) estou aqui para falar do longa-metragem da Fox.

Fique tranquilo que nossa resenha será inteiramente livre de Spoiler, portanto, se você ainda não assistiu, fique tranquilo.

Eu sou Rodrigo Silveira e vamos resenhar.

No inicio dos anos 2000, o diretor Bryan Singer fez o que seria um dos primeiros filmes de super heróis levados a sérios: X-men e em seguida X-men 2.


A franquia teve outros diretores que continuaram (não muito bem) o trabalho de Singer. E em 2014 Bryan voltou para a marca dos mutantes com ótimo X-men: Dias de um futuro esquecido.

Esse foi o principal motivo que me levou a acreditar que o novo filme seria bom, mas infelizmente não foi.


Assisti o filme em uma sala IMAX o que era certeza de qualidade de imagem e som, contudo infelizmente não foi esse o grande problema. X-men: Apocalipse reúne os X-men clássicos dos quadrinhos dos anos 60: Ciclope, Fera, Jean Grey, Professor X e Magneto, assim como grandes nomes no elenco como Michael Fassbender, James McAvoy e Jennifer Lawrence. Só que todas as vantagens caem por terra devido a um único detalhe: O roteiro.

Na história, Em Sabar Nur (Ou Apocalypse) é o primeiro mutante que já viveu. Ele renasce nos anos 80 trazendo consigo a vontade de sobrepujar para si o governo do mundo destruindo tudo o que já foi construído. Então cabe aos novatos e ainda experientes alunos de Charles Xavier a missão de impedir que uma grande catástrofe que está para acontecer.

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Mesmo as cenas épicas trazidas pelo confronto com o vilão, falham na tentativa de dar um peso ao filme. O roteiro falha na tentativa de te fazer ligar para os personagens. Tudo parece acontecer muito rápido, com todos eles. Todas as cenas já parecem estar nos trailers e as surpresas (exceto uma) já são jogadas logo no início.

A famosa e inovadora cena do personagem Mercúrio em X-men: dias de um futuro esquecido tem uma espécie de repetição: eles usam uma nova forma de fazê-la de novo. E, sinceramente não me fez rir nem um pouco como da ultima vez.

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Tudo é jogado e muitos personagens parecem não ter uma motivação realmente justas para participar da trama. Para não dizer que não curti nada, o visual de todos os personagens é bem feito e a atuação de Michael Fassbender como Magneto está fantástica.


Eu não diria para você não ir, mas eu realmente não repetiria a dose (não fosse o fato de ter que levar minha irmã para assistir próxima semana).

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BRASIL, 21 DE MAIO DE 2016

Edição: Pocket Hobby

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