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Leitores Biométricos nos Smartphones

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Nova (Velha) Moda: Leitor Biométrico nos Smartphones


Por mais que esse tipo de segurança esteja se popularizando nos últimos 3 anos, não é de hoje que os leitores biométricos chegaram aos aparelhos celulares.

O primeiro dispositivo a contar com essa tecnologia foi o Motorola Atrix 4G: um dispositivo Android, lançado em 2011. Seu leitor biométrico não funcionava muito bem, necessitando que o usuário passasse o dedo várias vezes, na mesma posição, para que a leitura fosse completada.

Dois anos depois, a Apple trouxe ao mundo o aparelho que popularizaria os leitores de impressões digitais entre os dispositivos móveis: o iPhone 5S. O leitor biométrico deste aparelho foi batizado pela Apple de Touch id. Seu funcionamento é bastante rápido.


Pocket Hobby - www.pockethobby.com - Nova (Velha) Moda - Leitores Biométricos nos Celulares Motorla ATRIX 4G-1
Motorola ATRIX 4G - O leitor biométrico ficava na parte traseira do aparelho

O sensor do iPhone, por sua vez, fica localizando em cima do botão home, bastando o usuário pressiona-lo para que o sensor seja ativado, destravando a tela do celular.  Outra utilidade que a Apple deu ao seu sensor foi a de substituir senhas dentro de aplicativos e sites.

Pocket Hobby - www.pockethobby.com - Nova (Velha) Moda - Leitores Biométricos nos Celulares iPhone 5S
iPhone 5S - difícil não se confundir com o SE.....

O iPhone 5S foi o primeiro celular da Apple a contar com leitor biométrico. Seu funcionamento é muito eficiente, podendo o usuário colocar seu dedo em qualquer posição, já que o sensor funciona em 360º. Permite cadastrar vários dedos, caso algum se machuque.

A utilização de sensores biométricos é uma tecnologia bastante segura. Quando o usuário coloca o dedo sobre o sensor, são analisadas as curvas de sua impressão digital, por meio de fotografias de altíssimas resoluções, ou pequenos sensores muito sensíveis, que conseguem identificar as “ondas” dos dedos, podendo traçar assim o perfil da impressão digital.

Curvas de uma impressão digital


As curvas que foram registradas pelo sensor são convertida em um código muito complexo. No caso do iPhone, o próprio sensor guarda os códigos. Mas em alguns casos, as informações ficam salvas no aparelho, o que deixa algumas brechas de seguranças abertas. Sempre que o usuário coloca o dedo sobre o sensor, é feita uma nova leitura e gerado um novo código.

O novo código precisa estar acima de uma porcentagem, parecido com o código original. Se isso acontecer, o aparelho é destravado. Hoje temos muitas outras fabricantes que apostam nesse tipo de tecnologia: Samsung, Sony, LG e outras. Cada uma adapta seu aparelho de acordo com que acha prudente. Algumas colocam o sensor no botão home, outras colocam na parte traseira ou no botão de energia.

A Google está colocando dois aparelhos com leitores biométricos no mercado: o Nexus 5X fabricado com parceria da LG, e o Nexus 6P, fabricado com parceria da Huawei. Os dois possuem sensores na parte traseira. Novos smartphones da Google.

Você acredita que a utilização de sensores biométricos é uma tecnologia confiável aos consumidores? Deixe sua opinião nos comentários.

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BRASIL, 20 DE ABRIL DE 2016
Texto: Guilherme de Paula
Revisão: Renato Brandão
Edição: Pocket Hobby

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