Símbolos de Consumo Americano



Alguns, senão muitos, costumes americanos se transformaram em símbolos do mundo moderno; e duas marcas, especificamente, se tornaram o símbolo do Novo Corporativismo Americano: Starbucks e Apple.

À primeira vista, ambas atuam em ramos diferentes, mas basta entrar numa das cafeterias da rede para entendermos que o público-alvo delas é muito parecido (senão o mesmo): invariavelmente, alguém sempre estará sentado num canto da loja, aproveitando o Wi-Fi grátis, entretido em seu MacBook com aguma bebida a tiracolo.

Existem várias semelhanças entre estas empresas que, com muito planejamento, expansões corajosas e vários salaryman insones, hoje são símbolos de um lifestyle que se confunde com o "New American Way of Life" do séc. XXI. Vamos a elas: 


- A cafeteria com sede em Seattle (Costa Oeste) é fruto do mundo globalizado: os grãos vem da Nicarágua, os copos descartáveis e xícaras da China (assim como o seu iPhone) e os empregados, geralmente, trabalham por salário mínimo.

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- Seguindo o exemplo da Nike, cujo logotipo já se desvencilhou do nome da marca e "fala por si só", a Starbucks, de donos americanos, é reconhecida facilmente pelo entalhe escandinavo do séc XVI. A Apple, por sua vez, fundiu o nome ao símbolo: basta uma maçã mordida que você saberá do que se trata - nada de letras garrafais ou descrições complicadas.

- No Japão, ambas estão ao lado de McDonald's como empresas estrangeiras muito lucrativas. Hoje em dia, também, é possível pedir (e pagar) seu café pelo celular.

- Esperamos que logo possamos também tomar uma cerveja na cafeteria - pelo menos é o que rumores europeus indicam.

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JAPÃO, 29 DE DEZEMBRO DE 2015
Texto: Renato Brandão     Edição: Pocket Hobby

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